A IPCC/ONU quer convencer-nos que a Pequena Idade de Gelo - é o Aquecimento Global Antropogénico || The IPCC/UN wants to convince us that the Little Ice Age is in fact the Anthropogenic Global Warming
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Wednesday, October 10, 2012
Défice Tarifário e Energias Renováveis
A complementar o meu post antigo:
Hoje foi anunciada na comunicação social a existência de um "défice tarifário", no valor de 2700 milhões de euros, dos consumidores de electricidade, aos produtores de electricidade. Um consumidor doméstico, na média, fica a dever um montante à volta de 500 euros, já que são os consumidores domésticos que pagam a factura das renováveis. Por outras palavras, as extravagâncias das energias renováveis estão a ser pagas, durante anos, pelos empréstimos bancários, em vez das tarifas de electricidade. Ou seja, o consumidor vai acabar por pagar tudo o que deve, com aumentos das tarifas de electricidade, e ainda os juros devidos aos bancos ...
Ora, as políticas governativas continuam a ser motivados pelo moral dum aldrabão: " ... esperemos que o povo não note que está a ser roubado ..."
Preparem-se: as tarifas de electricidade, para cumprirmos as metas verdes, terão que subir 200%. Na Alemanha, os preços da electricidade vão subir 50% já em 2013, graças aos moinhos de vento.
Friday, August 12, 2011
A Crise da Dívida Soberana e os Preços de Energia
Sendo os custos de energias renováveis a exceder em 300% os custos de energias convencionais, torna-se necessário inventar justificações plausíveis para este aumento de preços, a suportar pelo consumidor (foi exactamente este aumento proposto pelo governo Australiano no projecto da lei, chumbado pelo Parlamento). Ora a corrente crise da dívida soberana, por um lado, foi provocada pelas políticas das renováveis, financiadas pelo Governo nacional com recurso aos empréstimos bancários, e por outro lado, cria uma cortina de fumo que permite aumentar os preços de todos os bens e serviços, aumentar os impostos, criar novos postos de trabalho para a classe política ... É uma dádiva de Deus aos governos europeios.
Sunday, December 12, 2010
Nosso artigo publicado
O nosso artigo "Climate Change Policies for the XXIst Century: Mechanisms, Predictions and Recommendations" encontra-se disponível na internet (acesso livre), aqui - o texto: http://www.naun.org/multimedia/NAUN/energyenvironment/19-660.pdf
e aqui - a página de resumos.
Uma versão anterior, apresentada num congresso, e publicada no site do 6th IASME / WSEAS International Conference on ENERGY & ENVIRONMENT (EE '11), Cambridge, UK, February 20-25, 2011: http://www.wseas.us/e-library/conferences/2011/Cambridge/EE/EE-02.pdf
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Thursday, October 28, 2010
As Consequências Económicas de Energias Renováveis: Caso de Portugal
As duas componentes de energias renováveis economicamente inviáveis são as energias eólicas e as energias fotovoltaicas. As fotovoltaicas contribuem relativamente pouco para a produção, deste modo vamos considerar apenas as eólicas. A começar pelos números:
Energias eólicas
- Potência instalada, MW: 3535
- Custos de capital, Euros/kW: 1100
- Custo das instalações, Milhões de Euros: 3888
- Custo dos empréstimos, contratados a 10 anos e 5% de juros, Milhões de Euros/Ano: 630
- Energia eólica produzida em 2010 (estimativa), GWh: 9480
- Custos de operação e manutenção, Euros/kWh: 0,07
- Custos de operação e manutenção em 2010, Milhões de Euros/Ano: 660
- Total de custos directos a economia, Milhões de Euros/Ano: 1290
- Consumo doméstico de electricidade, % do total: 28
- Consumo de electricidade pelos sujeitos de actividades económicas, % do total: 72
- Factor médio ponderado dos preços de energia nos custos de actividades económicas: 6
- Prejuízos totais (directos+indirectos) para economia, provocados pelo uso de energias renováveis, Milhões de Euros/Ano: 5600
- Taxa média dos impostos em Portugal, incluindo IVA, IRC etc, %: 40
- O dinheiro que deixa de entrar nos cofres do Estado na forma de impostos, Milhões de Euros/Ano: 2200
Conclusões
Entre os gastos em custos de capital para instalação dos renováveis, e nos subsídios à produção, e as perdas nas receitas fiscais, geradas pela produção das energias renováveis, o Estado Português deita ao vento, anualmente, mais de 2000 Milhões de Euros do dinheiro nosso, excedendo metade do défice orçamental deste ano, que está a ser corrigido pela redução dos salários e aumento dos impostos.
Vamos apenas relembrar que as "energias verdes", absurdamente caras e economicamente inviáveis, estão a ser introduzidas sob os pretextos de combate ao Aquecimento Global Antropogénico, e de substituição de combustíveis fósseis, ambos falsos. Notemos de passagem que o Painel Intergovernamental das Alterações Climáticas nada consegue saber sobre o clima futuro, razão pela qual as suas previsões catastróficas não têm qualquer credibilidade.
Nota adicional
Os custos reais para o consumidor são o dobro da nossa estimativa acima apresentada de 1300 Milhões de Euros anuais: os chamados Custos de Interesse Económico Geral (CIEG) em 2011 atingem 2500 Milhões de Euros anuais, pois ainda temos que pagar às centrais térmicas, por não produzirem a electricidade produzida pelas centrais eólicas e vendida ao consumidor pelo mais que o dobro do preço normal.
Na realidade, todos os custos acrescidos de energias renováveis, até esta data, estiveram a ser suportados pelos consumidores domésticos, muito embora estes consomem menos de um terço da energia eléctrica produzida, e nunca pediram que lhes fosse fornecida energia eléctrica mais cara, em vez da mais barata.
Realidade longe das previsões
Esta análise da produção de energia eléctrica, entre 2008 e 2011, pelas instalações eólicas da Grã-Bretanha, mostra que a energia eólica é altamente volátil, necessitando da grandes instalações hidra-acumuladoras, extremamente caras, para seu funcionamento. Deste modo, os planos de substituição de centrais térmicas pelas centrais eólicas, além de não trazer qualquer benefício ecológico ou económico, são tecnicamente infundados.
Notas adicionais
Custos das renováveis na Alemanha, dos moinhos de vento instalados nas águas do mar Báltico: €200/MWh, contra €40/MWh de energia convencional. O artigo completo do James Boxell foi publicado pela Financial Times.
A dívida tarifária dos consumidores de electricidade em 2013 ascende aos 3 mil milhões de euros, e vai crescer nos próximos anos.
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