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Friday, August 12, 2011

A Crise da Dívida Soberana e os Preços de Energia



Sendo os custos de energias renováveis a exceder em 300% os custos de energias convencionais, torna-se necessário inventar justificações plausíveis para  este aumento de preços, a suportar pelo consumidor (foi exactamente este aumento proposto pelo governo Australiano no projecto da lei, chumbado pelo Parlamento). Ora a corrente crise da dívida soberana, por um lado, foi provocada pelas políticas das renováveis, financiadas pelo Governo nacional com recurso aos empréstimos bancários, e por outro lado, cria uma cortina de fumo que permite aumentar os preços de todos os bens e serviços, aumentar os impostos, criar novos postos de trabalho para a classe política ... É uma dádiva de Deus aos governos europeios.

Tuesday, July 12, 2011

Incompetência ou Premeditação?



Construímos o gráfico seguinte utilizando os dados do Instituto Nacional de Estatística (Tabela A.2, "Income, Saving and Net Lending/Borrowing", "current prices, annual").
Como podemos ver, foi o governo do Guterres quem iniciou o ciclo viciado de pedir cada vez mais empréstimos, para financiar as parcerias público-privadas e outras medidas destinadas exclusivamente à apropriação dos bens públicos pela classe política nacional. Deste modo, devem ser responsabilizados, pela Crise da Dívida Soberana, em primeiro lugar, os governos do PS dos últimos 15 anos.
Podemos constatar ainda que a crise económica internacional nada tem a ver, nem alguma vez tinha, com as dificuldades da nossa economia. Nomeadamente, os empréstimos  contraídos no ano de 2001 não foram superiores aos contraídos no ano de 2000, apesar das afirmações, feitas na altura pelos governantes, de como a economia nacional está a ser prejudicada pela crise económica mundial, provocada pelos acontecimentos de 11 de Setembro de 2001.

NB: Julgando pela forma exponencial da curva, aproximadamente desde o início da governação do Sócrates, todos os anos foi necessário pedir cada vez mais empréstimos, para pagar os juros dos empréstimos já existentes. Assim, temos grandes dúvidas quanto a competência e a seriedade tanto do próprio Sr ex Primeiro-Ministro como dos seus ministros, os quais não sabiam fazer as conclusões correctas, no início dos seus mandatos. [2011-11-26]



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