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Wednesday, October 10, 2012

Défice Tarifário e Energias Renováveis



A complementar o meu post antigo:

Hoje foi anunciada na comunicação social a existência de um "défice tarifário", no valor de 2700 milhões de euros, dos consumidores de electricidade, aos produtores de electricidade. Um consumidor doméstico, na média, fica a dever um montante à volta de 500 euros, já que são os consumidores domésticos que pagam a factura das renováveis. Por outras palavras, as extravagâncias das energias renováveis estão a ser pagas, durante anos, pelos empréstimos bancários, em vez das tarifas de electricidade. Ou seja, o consumidor vai acabar por pagar tudo o que deve, com aumentos das tarifas de electricidade, e ainda os juros devidos aos bancos ...

Ora, as políticas governativas continuam a ser motivados pelo moral dum aldrabão: " ... esperemos que o povo não note que está a ser roubado ..." 

Preparem-se: as tarifas de electricidade, para cumprirmos as metas verdes, terão que subir 200%. Na Alemanha, os preços da electricidade vão subir 50% já em 2013, graças aos moinhos de vento.

Tuesday, July 12, 2011

Incompetência ou Premeditação?



Construímos o gráfico seguinte utilizando os dados do Instituto Nacional de Estatística (Tabela A.2, "Income, Saving and Net Lending/Borrowing", "current prices, annual").
Como podemos ver, foi o governo do Guterres quem iniciou o ciclo viciado de pedir cada vez mais empréstimos, para financiar as parcerias público-privadas e outras medidas destinadas exclusivamente à apropriação dos bens públicos pela classe política nacional. Deste modo, devem ser responsabilizados, pela Crise da Dívida Soberana, em primeiro lugar, os governos do PS dos últimos 15 anos.
Podemos constatar ainda que a crise económica internacional nada tem a ver, nem alguma vez tinha, com as dificuldades da nossa economia. Nomeadamente, os empréstimos  contraídos no ano de 2001 não foram superiores aos contraídos no ano de 2000, apesar das afirmações, feitas na altura pelos governantes, de como a economia nacional está a ser prejudicada pela crise económica mundial, provocada pelos acontecimentos de 11 de Setembro de 2001.

NB: Julgando pela forma exponencial da curva, aproximadamente desde o início da governação do Sócrates, todos os anos foi necessário pedir cada vez mais empréstimos, para pagar os juros dos empréstimos já existentes. Assim, temos grandes dúvidas quanto a competência e a seriedade tanto do próprio Sr ex Primeiro-Ministro como dos seus ministros, os quais não sabiam fazer as conclusões correctas, no início dos seus mandatos. [2011-11-26]



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