Monday, January 2, 2012

Vamos olhar a Islândia



A história da revolução em curso na Islândia, é um excelente exemplo de como alguns dos nossos meios de comunicação nos informam sobre o mundo. Em 2008, no início da crise financeira, a Islândia literalmente faliu. As razões foram mencionados apenas de passagem, e logo este pouco conhecido membro da União Europeia, como dizem, desapareceu do radar. Como um país Europeu após outro estão ameaçados de falência, o que ameaça a existência do euro, o que, na sua vez, terá múltiplas consequências para o mundo, a última coisa que as autoridades Europeus gostariam, é que a Islândia tornar-se-ia um exemplo para os outros.

Ora em 2003, a dívida da Islândia igualou 200 por cento do seu PIB, e em 2007
já foi de 900 por cento. A crise financeira global de 2008 foi um golpe fatal. Os três principais bancos da Islândia - Landbanki, Kapthing e Glitnir, flutuando de barriga para cima, foram nacionalizados e a coroa perdeu 85 por cento de seu valor contra o euro. No final do ano, a Islândia declarou a falência.

Ao contrário do que seria de esperar, no processo de direito democrático, a crise levou a Islândia a restauração dos seus direitos soberanos, o que eventualmente levou a uma nova constituição. Protestos e demonstrações eventualmente forçaram a queda do governo. As eleições foram antecipadas para Abril de 2009, e veio ao poder um governo de esquerda, que renunciou o sistema económico neoliberal, mas logo se rendeu às exigências à Islândia para devolver um total de três bilhões e meio de euros. Isso obrigava a cada cidadão da Islândia pagar mensalmente 100 €, durante 15 anos para pagar dívidas, contraídas por pessoas físicas, em relação a outras pessoas físicas. Foi a gota da água que partiu as costas do camelo.

O que aconteceu depois foi extraordinário. A opinião de que os cidadãos devem pagar pelos erros de um monopólio financeiro, e que a todo o país devem ser imposto um tributo para pagar as dívidas privadas, mudou as relações entre os cidadãos e as suas instituições políticas e, eventualmente, fez com que os líderes políticos da Islândia tomaram o lado de seus eleitores.

Chefe de Estado Olafur Ragnar Grímsson se recusou a ratificar a lei, a qual tornaria os cidadãos da Islândia responsáveis pelas dívidas dos banqueiros Islandeses, e decidiu convocar um referendo. Claro, a comunidade internacional só aumentou a pressão sobre Islândia. Grã-Bretanha e os Países Baixos, ameaçaram aplicar duras medidas repressivas, que levariam ao isolamento do país. Quando os islandeses se reuniram para votar, o FMI ameaçou privar o país de qualquer assistência. O governo britânico ameaçou congelar a poupança e contas correntes dos islandeses. Disse o Grimmson: "Fomos informados de que, se não aceitaríamos as condições de comunidade internacional, tornaríamos numa a Cuba do norte. Mas, se tivéssemos concordado, transformaríamos no Haiti do norte.

No referendo em Março de 2010, 93 por cento votaram contra o pagamento de dívidas. O FMI congelou os empréstimos imediatamente. Mas a revolução (a qual não foi mencionada pelos meios da comunicação social) não se intimidou. Os cidadãos irados apoiaram o governo na decisão de abrir processos civis e investigação criminal contra os responsáveis pela crise financeira. A Interpol emitiu um mandado de prisão internacional contra o Sigurdur Einarsson, ex-presidente do Kaupthing Bank, enquanto outros banqueiros, também envolvidos no escândalo, fugiram do país.

Mas os islandeses não pararam por aí: eles decidiram adoptar uma nova Constituição, que iria libertar o país de autoridades internacionais financeiras e do dinheiro virtual. Para escrever uma nova constituição, o povo da Islândia elegeu 25 pessoas de entre de 522 adultos que não pertencem a nenhum partido político, recomendados cada um por pelo menos 30 pessoas. Este documento não foi o trabalho de um punhado de políticos, mas sim foi escrito na Internet. A assembleia constituinte realizou as suas reuniões online, e as pessoas podiam escrever seus comentários e fazer sugestões, com seus próprios olhos observando a sua constituição gradualmente a tomar forma. A Constituição, que em última instância nasceu desta participação popular, será apresentada ao Parlamento para aprovação após as próximas eleições.

Hoje, as mesmas soluções estão oferecidas a outras nações. Dizem ao povo da Grécia que a privatização do sector público é a única solução. Sob a mesma ameaça estão os italianos, espanhóis e portugueses. Vamos dar uma olhada na Islândia. Na sua recusa em obedecer aos interesses estrangeiros, este país pequeno disse, em voz alta e claramente, que o seu povo é soberano. É por isso que a Islândia não está nas notícias.

Tradução de Inglês, deste artigo.

Saturday, December 10, 2011

Os eco-fascistas da ONU em Durban: projecto do tratado climático




O site Climate Depot publicou uma notícia exclusiva que descreve o projecto do tratado climático preparado pela ONU para Durban. O texto do documento original, de 138 páginas, encontra-se no site da ONU.

Os pontos principais deste documento são:
  • Um novo Tribunal climático internacional terá o poder de obrigar as nações ocidentais a pagar quantias cada vez maiores para países do terceiro mundo em nome de fazer reparação da alegada "dívida climática". O Tribunal não terá poderes sobre países do terceiro mundo. Aqui e em todo o projecto, o Ocidente é o único alvo. "O processo" está agora irremediavelmente anti-ocidental.
  • "Direitos da Mãe Terra": O projecto, que parece ter sido escrito por mentalmente atrasados activistas verdes e ambientalistas radicais, fala de "O reconhecimento e a defesa dos direitos da Mãe Terra para garantir a harmonia entre a humanidade ea natureza". Além disso, "não haverá mercantilização das funções da natureza, portanto, o mercado de carbono não será desenvolvido com essa finalidade".
  • "Direito de sobreviver": O projecto infantilmente afirma que "Os direitos de algumas partes para sobreviver estão ameaçadas pelos impactos adversos das alterações climáticas, incluindo aumento do nível do mar." Menos 2 centímetros por século, de acordo com dados de oito anos do satélite Envisat? O satélite Jason 2 mostra que o nível do mar tenha diminuído nos últimos três anos.
  • A guerra e a manutenção das forças de defesa terão de cessar - puro e simplesmente - porque eles contribuem para as alterações climáticas. Há outras razões pelas quais a guerra deve cessar, mas o projecto não os menciona.
  • Um novo valor-alvo da temperatura media: limitar o "aquecimento global" para tão pouco como 1 ° C acima dos níveis pré-industriais. Como a temperatura já está 3 º C acima dos níveis, o que está em vigor sendo proposto é uma redução da temperatura de 2 ° C. Isso levar-nos ia meio caminho de volta para a última Era Glacial, e iria matar centenas de milhões de pessoas. Frio é muito mais perigoso do que calor.
  • O novo alvo das emissões de CO2, apenas para os países ocidentais, será uma redução de até 50% as emissões ao longo dos próximos oito anos e de "mais de 100%" [essas palavras realmente aparecem no texto] até 2050. Portanto, não há automóveis, nenhuma estação de energia movida a carvão ou a gás, sem aviões, sem comboios. Volta à Idade da Pedra, mas, mesmo sem o direito de acender um fogo - emissor de carbono - na sua caverna. Moinhos de vento, painéis solares e outras "energias renováveis" são as únicas alternativas propostas no projecto. Não há menção da expansão rápida e imediata da energia nuclear a nível mundial para evitar a destruição quase total da economia.
  • A meta de nova concentração de CO2 tão baixa quanto 300 ppm equivalente de CO2 (ou seja, incluindo todos os outros gases-estufa, bem como CO2 propriamente dito). Que é um corte de quase metade em comparação com os 560 ppm equivalente de CO2 hoje. Implica apenas 210 ppm de CO2, com 90 ppm equivalente de CO2 de outros gases-estufa. Mas com 210 ppm de CO2, plantas e árvores começam a morrer. CO2 é o alimento das plantas. Eles precisam de muito mais do que 210 ppm de CO2.
  • O ano do pico de efeito de gases de estufa - apenas para o Ocidente - será este ano. Seremos obrigados a reduzir as nossas emissões a partir de agora, independentemente do efeito sobre as nossas economias (e da falta de efeito sobre o clima).
  • O Ocidente vai pagar por tudo, por causa de sua "responsabilidade histórica" em ter causado o "aquecimento global". Os países do terceiro mundo não serão obrigados a pagar nada. Mas é a ONU, e não os países do terceiro mundo, que irá receber o dinheiro do Ocidente, ficando com quase tudo para si, como de costume. Não há nenhuma disposição em qualquer lugar do projecto para a ONU a publicar as contas de como gastou os $ 100 bilhões por ano, que o projecto exige que o Ocidente deveria desembolsar, a partir de agora.
Traduzido de Inglês, parcialmente. Autor do material: Christopher Monckton

Deixamos ao leitor a tarefa de avaliar o estado de saúde mental de quem preparou o projecto do tratado climático da ONU.

Tuesday, October 4, 2011

Mentiras do Gore e assasínios em nome de créditos de carbono

A TVI reciclou no Domingo dia 2 de Outubro o filme "Verdade Inconveniente" do Sr. Gore, esquecendo de o acompanhar de leitura de mais de 70 páginas de texto que explica as 11 mentiras mais importantes  do mesmo filme, conforme foi decidido por um tribunal Britânico ainda em Outubro de 2007. Mas a propaganda tem que continuar, para justificar o dinheiro gasto em moinhos de vento, e os milhões a morrer de fome em nome de combustíveis verdes ...

Entretanto, as notícias de assassínio de 23 agricultores em Honduras, em disputa com os produtores de óleo de palmeira, usado na produção de combustíveis verdes, numa exploração acreditada pelas Nações Unidas, e as crianças mortas pelas tropas em Uganda, depois das suas casas queimadas, a mando da empresa Britânica New Forests Company, cujo negócio é a venda dos créditos de carbono, escapam completamente as média nacionais. Estes eventos trágicos são uma consequência directa das políticas ambientas criminosas da União Europeia.

Será que estamos completamente loucos?

Saturday, September 17, 2011

Thumbs up, Ivar Giaever; thumbs down, APS


Nobel Laureate Ivar Giaever Quits Physics Group over Stand on Global Warming
Prof. Giaever has the civic courage and the honor to reject an association to an idea, which he believes is wrong, judging from the general principles - if other ideas can be questioned, why then the American Physical Society (APS) had declared the Anthropogenic Global Warming (AGW) to be final and absolute truth, beyond any doubt and controversy?

We know, however, that there are many more things wrong about AGW, apart from the general principles:
  • any evidence for the AGW is strictly a product of climate models;
  • these climate models do not describe the properties of our climate system, and therefore can't be used for any predictions whatsoever;
  • climate data have been intentionally falsified; 
  • policies based on the AGW hypothesis are destroying economies,
  • and causing Green Genocide in Africa;
  • we in fact need more Carbon Dioxide in the atmosphere, and not less;
  • our climate will be cooling in the next 40 years, due to the new Grand Solar Minimum, 
  • whereas the concentrations of greenhouse gases are largely irrelevant for climate.
Read other articles on this blog to know more.

Friday, August 12, 2011

A Crise da Dívida Soberana e os Preços de Energia



Sendo os custos de energias renováveis a exceder em 300% os custos de energias convencionais, torna-se necessário inventar justificações plausíveis para  este aumento de preços, a suportar pelo consumidor (foi exactamente este aumento proposto pelo governo Australiano no projecto da lei, chumbado pelo Parlamento). Ora a corrente crise da dívida soberana, por um lado, foi provocada pelas políticas das renováveis, financiadas pelo Governo nacional com recurso aos empréstimos bancários, e por outro lado, cria uma cortina de fumo que permite aumentar os preços de todos os bens e serviços, aumentar os impostos, criar novos postos de trabalho para a classe política ... É uma dádiva de Deus aos governos europeios.

Saturday, July 30, 2011

What is wrong with the "Skeptical Science" blog?



The authors of the title blog, in this post and elsewhere, want to make the reader believe that science works in the same way as the parliamentary democracy, namely, that:
  1. Personal opinions matter
  2. Final truth is established by a vote, therefore the opinions getting more votes are more correct
  3. Arguments matter, causing the decision-makers to change their opinions
Thus, the authors follow the same paradigm of religious/political activism as the IPCC (the UN climate panel), working hard to overlook any reasons for the climate change other than the anthropogenic greenhouse gases, and therefore concluding that the greenhouse gases are the cause, and the humanity is to blame. Same as the IPCC, they dare call it "science" ...

Therefore, their approach to "proving" the Anthropogenic Global Warming (AGW) hypothesis is to invent arguments that are allegedly invoked by their opponents to disprove it, then, by refuting these arguments, they allegedly reaffirm the AGW dogma. Needless to say, none of these arguments, whether correct or erroneous, bear any relevance to the subject discussed, once we use the scientific approach ...

Now, science advances hypotheses, and tries to disprove them based on available experimental evidence, with a single piece of unexplained evidence sufficient to refute a hypothesis. Only those hypotheses that can survive experimental scrutiny make it to a theory. This approach is called the scientific method.

However, the AGW hypothesis has been refuted by experimental evidence, once and again. Therefore, pretending that nothing has changed, and that the IPCC climate reports still represent the current state of climatology as science, as opposed to religious/political activism, can only be described as non-scientific.

We therefore submit that "Sceptical Science" should be renamed "Dogmatic Faith".

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Wednesday, July 20, 2011

NY Times finds truth abusive to its readers - and detrimental to its earnings




Yesterday we commented on this post in the NY Times environmental blog. The post in question describes carbon emissions associated with different kinds of food.

Our comment informed the readers that carbon (read "carbon dioxide") emissions are irrelevant for the environment and global warming / climate change, for the simple reason that the IPCC climate models are wrong - they have been refuted by the satellite measurements performed during the last 30 years. We also mentioned our scientific paper that has demonstrated all of the above, explaining that it fact our Earth is heading to a new Little Ice Age, caused by the upcoming Grand Solar Minimum, to be in full swing within 40 years.

The comments on this blog are moderated, with the policy being that "generally, comments will be published if they are on the point and not abusive". We trust that our comment is on the very point of the issue discussed in the blog post, as in fact there is no need to get stressed about carbon emissions, at all. Therefore, it should have been rejected based on the "abusive" clause. However, the real reason is a conflict of interests, as NY Times is publicizing "carbon investments", "green energy" and such like on the same blog, therefore exposing the IPCC climate fraud may reduce the NY Times earnings. Crime pays.

American Democracy, medium rare, please ...

Follows the full text of our comment, submitted to the NY Times blog, for the benefit of the inquiring Reader.

Comment

Please be aware that carbon emissions due to any type of human activity are completely irrelevant for climate and environment.

Indeed, as we recently demonstrated in our paper "Climate Change Policies for the XXIst Century: Mechanisms, Predictions and Recommendations" (you can find the text if you Google for the entire title), nothing has ever been wrong with the climate, while the catastrophic predictions produced by the IPCC come from faulty climate models, time and again refuted by the results of satellite measurements made during the last 30 years.

In reality we are all going towards a new Little Ice Age, coming in full force within the next 40 years, and caused by the approaching Grand Solar Minimum, similar to the Maunder Minimum. Moreover, any and all climate change observed during the last 150 years has been caused by factors external to the climate system, such as changes in solar activity, and not by microscopic changes in atmospheric concentrations of carbon dioxide or any other human-dependent effect.

We therefore vehemently object to the usage of the word "science" with respect to the IPCC activities, which should be characterized as either political or religious activism, and should not be financed by the taxpayer money any longer.

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